[postlink]http://cons-tv.blogspot.com/2011/04/nivaldo-cordeiro-desenvolvimentismo-do.html[/postlink]http://www.youtube.com/watch?v=mV8K_yxLov8endofvid
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O artigo do economista José Roberto Mendonça de Barros, publicado no Estadão de hoje (A produção brasileira marcha para o exterior) aponta os principais problemas do momento em nossa economia. O desenvolvimentismo do PT construiu um conjunto de políticas que está destruindo a base industrial, tão duramente conseguida. A começar pela política monetária, que paga as maiores taxas de juros do mundo, valorizando a taxa cambial. A estrutura tributária pressupõe a exportação de impostos, especialmente aqueles embutidos em insumos, como energia e telecomunicações, fato impossível de acontecer. O custo da mão de obra, sobretudo quando comparado com a China, também contribui para a destruição. Na mesma edição Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical, informa que as centrais manterão sua agenda, pedindo redução da jornada de trabalho sem redução de salários. A China vê com muita alegria a agenda. Em resumo, os preços dos produtos brasileiros são incompatíveis com a venda no mercado mundial. E os preços de fora estão cada vez mais baratos. Veja-se que esse "mais barato" é artificial, em virtude dos falsos custos produzidos pelo desenvolvimentismo do PT.
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O artigo do economista José Roberto Mendonça de Barros, publicado no Estadão de hoje (A produção brasileira marcha para o exterior) aponta os principais problemas do momento em nossa economia. O desenvolvimentismo do PT construiu um conjunto de políticas que está destruindo a base industrial, tão duramente conseguida. A começar pela política monetária, que paga as maiores taxas de juros do mundo, valorizando a taxa cambial. A estrutura tributária pressupõe a exportação de impostos, especialmente aqueles embutidos em insumos, como energia e telecomunicações, fato impossível de acontecer. O custo da mão de obra, sobretudo quando comparado com a China, também contribui para a destruição. Na mesma edição Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical, informa que as centrais manterão sua agenda, pedindo redução da jornada de trabalho sem redução de salários. A China vê com muita alegria a agenda. Em resumo, os preços dos produtos brasileiros são incompatíveis com a venda no mercado mundial. E os preços de fora estão cada vez mais baratos. Veja-se que esse "mais barato" é artificial, em virtude dos falsos custos produzidos pelo desenvolvimentismo do PT.
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